Jurassic Park: os computadores em cada detalhe
Notas do episódio
Reassistir a Jurassic Park me levou a uma caçada aos computadores que aparecem no filme. A ilha do Dr. Hammond, que não poupou despesas, era um show de tecnologia da época: um Apple Powerbook 100 com 16MHz e 2MB de RAM, estações de trabalho SGI Indigo e Crimson poderosíssimas para 1993, e PDAs Motorola Envoy com modems sem fio. Para a produção, Apple e Silicon Graphics emprestaram hardware que hoje valeria mais de US$ 4 milhões. Mas a "mágica" na tela era orquestrada por uma equipe que alimentava gráficos pré-renderizados — criados por seis meses — para os monitores, não pelos atores. E o armazenamento? 7GB em PLI Mini Arrays custavam o equivalente a US$ 33.000, enquanto hoje valeriam centavos. É um lembrete vívido de como a percepção de "ponta" muda rapidamente.
Por que importa: Entender a tecnologia de ontem nos mostra a velocidade da inovação. Para builders e líderes, é um lembrete de que o 'cutting-edge' de hoje será a fundação de amanhã — e que a percepção de valor pode ser tão crucial quanto a engenharia real.
Fontes:
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